quinta-feira, 8 de novembro de 2012

EDUCAÇÃO PARA AS VIRTUDES E O BEM

















EDUCAÇÃO PARA A PRÁTICA DAS VIRTUDES E A EDIFICAÇÃO DO BEM

Geziel Andrade

“A virtude, em seu mais alto grau, comporta o conjunto de todas as qualidades essenciais que constituem o homem de bem. Ser bom, caridoso, laborioso, sóbrio, modesto: essas são as qualidades do homem virtuoso”. (François, Nicolas, Madeleine. Paris, 1863, no item 8 das “Instruções dos Espíritos”, do Capítulo XVII –Sede Perfeitos- de “O Evangelho Segundo o Espiritismo”, de Allan Kardec.)

A educação para o cultivo e a prática das virtudes, - com a consequente edificação do bem -, principalmente ante as situações adversas, difíceis e constrangedoras que podem surgir na vida, constitui a base da doutrina espírita.

Assim, a educação espírita conduz à conquista das boas qualidades que distinguem o homem de caráter e de bem.

Não foi essa a lição que Jesus nos legou e que Allan Kardec reafirmou de forma tão clara nos Capítulos de “O Evangelho Segundo o Espiritismo”?

Jesus exteriorizava qualidades nobres em todo momento de contato com o povo e mesmo ao receber provocações dos escribas e fariseus.

Jesus exemplificava a prática da sabedoria, amor, caridade, fé, oração, justiça, perdão e humildade, ao jamais perder a oportunidade de ser útil, instruir e beneficiar as pessoas que o cercavam.

Todo momento, o Mestre ensinava, exemplificava e praticava a Boa Nova, cumprindo com nobreza espiritual e moral a missão que Deus havia lhe confiado.

Na educação espírita, Jesus é o modelo e guia para as nossas condutas religiosas, espirituais e morais. Dessa forma, ela nos leva a não esmorece jamais nos esforços que nos permitem conquistar os valores pautados nas virtudes cristãs.

Assim, conseguimos fixar na alma o bom hábito de seguir as lições e os exemplos do Mestre, engrandecendo o mundo íntimo e agindo de modo elevado em todas as circunstâncias da vida.

A educação espírita dilata a nossa consciência acerca das realidades em que estamos inseridos na Obra de Deus. Assim, leva-nos a fazer bom uso das faculdades, praticar as virtudes e edificar o bem com disciplina, persistência e perseverança.

É dessa forma que atendemos à seguinte recomendação de Jesus: “Sede perfeito como vosso Pai celestial é perfeito”. (Mateus, Cap. V, vers. 44 a 48.)

Allan Kardec, com as suas orientações acerca das lições contidas no Evangelho, ampliou o nosso entendimento sobre Deus, o Reino dos Céus, a importância da concretização das boas obras, para o atendimento das Leis do Senhor do Céu e da Terra e para a conquista das bem-aventuranças na vida futura.

Assim, valorizamos o bom caráter, buscamos adquirir características elevadas, praticar as virtudes, disseminar o bem e cumprir os nossos deveres morais perante Deus e o próximo, mantendo a consciência em paz e conquistando o progresso, o bem-estar, a alegria e a felicidade.

A educação espírita propicia-nos a manutenção dos bons sentimentos e a realização das boas ações, dentro da lição contida na Questão 894 de “O Livro dos Espíritos”: “Para os que os bons sentimentos não lhes custam nenhum esforço e suas ações lhes parecem tão fáceis, o bem se tornou para eles um hábito.”


Além das lições de Jesus e de Allan Kardec a nos orientar na conquista do progresso moral, a educação espírita oferece-nos ainda com o vastíssimo acervo literário, formado com as lições dos bons Espíritos, transmitidas através de diferentes médiuns:

“Carecemos de um esforço maior para a fixação das virtudes, incorporando-as, em definitivo, na personalidade.” (Espírito Paulino Garcia, no Capítulo I do livro “Vida Sem Fim”, psicografado por Carlos A. Baccelli.)

“Qualidades morais e virtudes excelsas não são meras fórmulas verbalistas. São forças vivas. Sem a posse delas, é impraticável a ascensão do espírito humano.” (Espírito André Luiz, no Cap. 2 do livro “Libertação”, psicografado por Chico Xavier.)

“Virtude não é flor ornamental. É fruto abençoado do esforço próprio que você deve usar e engrandecer no momento oportuno.” (Espírito André Luiz, no Cap. 29 do livro “Agenda Cristã”, psicografado por Chico Xavier.)

“A virtude é sempre sublime e imorredoura aquisição do Espírito nas estradas da vida, incorporada eternamente aos seus valores, conquistados pelo trabalho no esforço próprio.” (Espírito Emmanuel, na Questão 253 do livro “O Consolador”, psicografado por Chico Xavier.)

“O Espírito somente evolui pela prática e pelo exercício das virtudes.” (Espírito Otília Gonçalves, no Capítulo XVI do livro “Além da Morte”, psicografado por Divaldo P. Franco.)


segunda-feira, 1 de outubro de 2012

A MEDIUNIDADE E OS MÉDIUNS: LIÇÕES DE ALLAN KARDEC A RESPEITO





















Imagem: ALLAN KARDEC (Nasceu em Lyon, na França, em 03 de outubro de 1804, e faleceu em Paris, em 31 de março de 1869. Publicou “O Livro dos Espíritos”, em 18 de abril de 1857, constituindo o Espiritismo, com base nas revelações dos Espíritos superiores, feitas por intermédio de diversos médiuns psicógrafos, entre eles as senhoritas Baudin, Japhet, Aline e Ermance Dufaux. A partir de então, foram surgindo as suas demais obras espíritas.

A MEDIUNIDADE E OS MÉDIUNS: LIÇÕES DE ALLAN KARDEC A RESPEITO

Geziel Andrade

Allan Kardec, nas obras da codificação do Espiritismo, legou-nos as seguintes lições a respeito da mediunidade e dos médiuns.

Essas lições falam por si, dispensando comentários adicionais:

A MEDIUNIDADE DEVE SER EMPREGADA PARA O BEM E DE MODO DESINTERESSADO:

“A mediunidade é uma faculdade preciosa, que adquire tanto mais valor quanto mais é empregada para o bem e é exercida religiosamente e com desinteresse completo, moral e material.”

“O desinteresse material tem de ser acompanhado pelo mais completo desinteresse moral. Humildade, devotamento, desinteresse e abnegação são qualidades do médium amado pelos bons Espíritos.”

OS MÉDIUNS SERVEM DE INSTRUMENTOS E INTÉRPRETES NAS COMUNICAÇÕES DOS ESPÍRITOS:

“Os Espíritos se comunicam por meio dos médiuns, que lhes servem de instrumentos e de intérpretes.”

“O papel do médium é o de um intérprete; é um instrumento de que se serve o Espírito. Esse instrumento pode ser mais ou menos perfeito, donde as comunicações mais ou menos fáceis.”

AS COMUNICAÇÕES DOS ESPÍRITOS, ATRAVÉS DOS MÉDIUNS, PROVAM A IMORTALIDADE E A INDIVIDUALIDADE DA ALMA DO HOMEM, BEM COMO REVELAM A SUA SITUAÇÃO NA VIDA ESPIRITUAL:

“As comunicações dos Espíritos servem para provar que os Espíritos existem e, por consequência, a imortalidade da alma.”

“Pelas relações que o homem pode estabelecer com a alma dos que deixaram a Terra, através dos médiuns, há não só a prova material da existência e da individualidade da alma; conhece as suas alegrias ou suas penas, a sua situação feliz ou infeliz no mundo dos Espíritos, conforme o bem ou o mal que haja feito.”

“As comunicações dos Espíritos provam, de modo irrecusável, a existência de um princípio inteligente fora da matéria; a sua sobrevivência à morte do corpo material; a sua individualidade após a morte; a sua imortalidade e o seu futuro feliz ou infeliz.”

O ESPÍRITO ATUA, COM O SEU PERISPÍRITO, SOBRE O PERISPÍRITO DO MÉDIUM PARA CONSEGUIR SE SERVIR DO SEU CORPO MATERIAL:

“Se um Espírito quiser agir sobre uma pessoa, dela se aproxima, envolve-a com o seu perispírito, como num manto. Os fluidos se penetram, os dois pensamentos e as duas vontades se confundem e, então, o Espírito pode servir-se do corpo material como se fora o seu próprio, fazê-lo agir à sua vontade, falar, escrever, desenhar, etc. Assim são os médiuns.”

“Se o Espírito que envolver um médium for bom, sua ação será suave e benéfica e só fará boas coisas. Se for mau, fará maldades. Fará o médium pensar, falar e agir por ele; leva-o contra a vontade a atos extravagantes ou ridículos. Tal é a causa da obsessão, da fascinação e da subjugação que se mostram em diversos graus de intensidade.”

OS BONS MÉDIUNS RECEBEM AS BOAS COMUNICAÇÕES DOS BONS ESPÍRITOS:

“Certas pessoas são mais dotadas que outras de uma aptidão especial para transmitir as comunicações dos Espíritos: são os médiuns.”

“Através dos médiuns, os homens podem entrar em relação com os Espíritos e receber comunicações diretas pela escrita, pela palavra ou por outros meios.”

“Para ter boas comunicações são necessários bons Espíritos; e para ter bons Espíritos é preciso ter bons médiuns, livres de qualquer influência má.”

“Quando uma comunicação, através de um médium, apresenta o caráter de sublimidade e de elevação, sem nenhuma falha, emana de um Espírito elevado, seja qual for o seu nome.”

“A boa qualidade de um médium não está apenas na facilidade das comunicações, mas sobretudo na natureza das comunicações que recebe. Um bom médium é o que simpatiza com os bons Espíritos e não recebe senão boas comunicações.”

A QUALIDADE MAIS IMPORTANTE NO MÉDIUM É A SUA ELEVAÇÃO MORAL:

“Como os bons Espíritos agem exclusivamente para o bem, procuram nos médiuns, além da aptidão que poderia ser chamada fisiológica, certas qualidades morais, entre as quais o devotamento e o desinteresse.”

“Antes de tudo, é preciso considerar a moralidade do médium. A melhor garantia contra a trapaça está em seu caráter, sua honorabilidade, seu desinteresse absoluto.”

“A superioridade moral do médium lhe assegura a simpatia dos bons Espíritos e o torna apto a receber instruções de ordem mais elevada.”

TODAS AS COMUNICAÇÕES OBTIDAS DOS ESPÍRITOS, ATRAVÉS DOS MÉDIUNS, DEVEM SER SUBMETIDAS À RAZÃO, LÓGICA E BOM SENSO:

“Nas comunicações de um Espírito, é necessário estudar a natureza do médium, como se estuda a do Espírito, pois ai estão os dois elementos essenciais para resultados satisfatórios.”

“A comunicação de um Espírito, através de um médium, traz sempre o cunho de sua elevação ou sua inferioridade, de seu saber ou sua ignorância.”

“Em nenhuma circunstância, o homem deve desprezar o seu próprio julgamento e o seu livre-arbítrio na análise das comunicações dos Espíritos. Cabe-nos submeter seus ensinamentos ao controle da lógica e da razão.”

“É preciso submeter à razão, sem exceção, tudo quanto vem dos Espíritos. Toda teoria em manifesta contradição com o bom senso, com uma lógica rigorosa e com os dados positivos que se possuem, por mais respeitável que seja a sua assinatura, deve ser rejeitada.”

“A única garantia séria nos ensinos está na concordância que exista entre as revelações espontâneas dos Espíritos, feitas através de grande número de médiuns estranhos uns aos outros e em diversas regiões.”

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NOTA: Os artigos anteriores desta série foram publicados neste blog, nas seguintes datas:
03/maio/2010 = DEUS: Lições de Allan Kardec a respeito.
04/janeiro/2011 = O HOMEM: Lições de Allan Kardec a respeito.
05/agosto/2011 = O ESPIRITISMO: Lições de Allan Kardec a respeito.
01/dezembro/2011 = JESUS: Lições de Allan Kardec a respeito.
19/abril/2012 = Os Espíritos: Lições de Allan Kardec a respeito.

terça-feira, 4 de setembro de 2012

REENCARNAÇÃO: CASOS CONTIDOS NO LIVRO "NOSSO LAR"

















REENCARNAÇÃO: CASOS CONTIDOS NO LIVRO “NOSSO LAR”, DO ESPÍRITO ANDRÉ LUIZ.

Geziel Andrade

Allan Kardec estabeleceu o princípio da reencarnação no Espiritismo, com base nos ensinos dos Espíritos superiores, contidos em “O Livro dos Espíritos”.

Depois dele, Léon Denis, Gabriel Dellanne e muitos outros pesquisadores espíritas corroboraram a existência da reencarnação com a publicação de suas obras.

As inúmeras revelações complementares dos Espíritos, através de diferentes médiuns, deram consistência à reafirmação desse princípio da Doutrina espírita.

A revelação da existência da reencarnação pode ser constatada ainda, de forma evidente, no notável e surpreendente livro “Nosso Lar”, de autoria do Espírito André Luiz, psicografia de Chico Xavier, e edição FEB.

O Espírito André Luiz evidencia a reencarnação em diversas partes de seu livro, de forma tão detalhada que nos leva a profundas reflexões sobre o contexto em que estamos inseridos na Obra de Deus.

As afirmações e casos de reencarnação, contidos no livro “Nosso Lar”, são os seguintes:

“Se temos débitos no planeta, por mais alto que ascendamos, é imprescindível voltar, para retificar, lavando o rosto no suor do mundo, desatando algemas de ódio e substituindo-as por laços sagrados de amor.” (Capítulo 5.)

“Em geral, todos nós, decorrido longo estágio de serviço e aprendizado, voltamos a reencarnar para atividades de aperfeiçoamento.” (Capítulo 11.)

“Quando o espírito reencarna, promete cumprir o programa de serviços do Pai.” (Capítulo 12.)

“Luciana está em pleno noivado espiritual. Seu nobre companheiro de muitas etapas terrenas precedeu-a há alguns anos, regressando ao círculo carnal. No ano próximo, ela seguirá igualmente ao seu encontro.” (Capítulo 38.)

“Necessito enriquecer o patrimônio das experiências e, além disso, minhas dívidas para com o planeta são ainda enormes. Lascínia e eu fundaremos aqui, dentro em breve, nossa casinha de felicidade, crendo que voltaremos à Terra precisamente daqui a uns trinta anos.” (Capítulo 45.)

No Capítulo 46 de seu surpreendente livro, o Espírito André Luiz descreve que aquela que fora a sua mãe terrena, e que habitava em círculos mais alto da vida espiritual, veio lhe comunicar o seu propósito de voltar à carne na Terra.

Pretendia acolher na vida material Laerte, que fora pai de André Luiz nos círculos terrenos, e que se encontrava em condição angustiosa em círculo inferior da vida espiritual.

Era preciso, por amor verdadeiro, auxiliá-lo de perto para que reencontrasse o caminho certo. Para isso, já tinha obtido o consentimento de seus superiores hierárquicos.

Então, em breve, estaria de novo no mundo para o encontro com Laerte e a realização dos serviços lhe confiados pelo Pai.
A reencarnação de Laerte já estava sendo preparada de imediato sem que identificasse o auxílio para jungi-lo a uma nova situação carnal, em processo que funcionava como drástico. Ele só teria tido liberdade de escolha, se tivesse compreendido o seu dever e o praticado.

Duas mulheres infelizes que o perseguiam e não o abandonavam, pelos débitos que ele tinha assumido com elas, também seriam recebidas como filhas dentro de alguns anos, no mesmo contexto de auxílio a Laerte. Então, ele e as duas mulheres seriam recebidas no regaço materno dentro de nova experiência carnal.

Dessa forma, a que fora mãe de André Luiz se colocava na condição de mensageira do amparo para converter verdugos em filhos do seu coração, para que eles retomassem o caminho dos filhos de Deus.

Nos Capítulos 21, 47 e 48 do livro, o Espírito André Luiz narra o acompanhamento que fez do caso da reencarnação da senhora Laura.

Ela tinha lhe informado que o seu marido Ricardo, após um período de venturas e trabalhos evolutivos na vida espiritual, em que fortaleceram os laços espirituais, já havia retornado à esfera do globo, porque as contas o chamavam para a harmonização com a lei eterna. O pretérito doloroso exigiu a sua volta.

Eles haviam se submetido a um trabalho, por dois anos, realizado pelos magnetizadores do Ministério do Esclarecimento, com base em arquivos, leitura das memórias, meditação, esclarecimento e operações psíquicas.
Então, Ricardo e Laura recuperaram trezentos anos de memória integral, compreendendo quão grande era o débito para com as organizações do planeta.

Em função disso, combinaram um novo encontro nas esferas da crosta para cumprirem muito trabalho. Ricardo já havia partido há três anos e Laura partiria dentro de breves dias.

Diversos amigos iriam realizar uma demonstração de simpatia e apreço à senhora Laura, antes de sua volta às experiências humanas, em reconhecimento aos créditos espirituais decorrentes dos serviços que prestara na colônia espiritual onde residia.

Nessa homenagem afetuosa à companheira que estava prestes a regressar, sua residência encantadora ficou repleta de melodias, luzes, flores, numerosas famílias e amigos mais íntimos, para lhe desejarem coragem, otimismo e êxito no empreendimento de ser útil, auxiliar antigas afeições e trabalhar pelo bem dos outros.

Nesse empreendimento e para desfrutar de bem-estar, embora o olvido temporário imposto pela reencarnação, contaria com o apoio de inúmeros amigos e familiares que continuariam na retaguarda na vida espiritual.

Além disso, em sua volta à Terra, como bendita oportunidade de recapitular e aprender para o bem, os cooperadores técnicos da reencarnação tomariam o máximo cuidado no trato com os ascendentes biológicos que entrariam em função para constituir o novo organismo material dentro da lei da hereditariedade.

Antes da partida da senhora Laura para a Terra, o Ministério da Comunicação organizou uma reunião íntima para trazer a alma de seu esposo Ricardo, embora já se encontrasse nos laços físicos. Ele estava na fase da infância terrestre e não era difícil desprender-se dos elos físicos mais fortes por alguns instantes. Desfrutava ainda da possibilidade de viver entre os dois mundos, não permanecendo inteiramente junto ao berço.

Ricardo veio à reunião, assumindo a forma de homem na idade madura. Então ouviu a homenagem musical que a senhora Laura e os familiares lhe prestaram. Falou dos esforços na busca do caminho para as esferas superiores. Disse ainda que a união, em breve, com a senhora Laura e, mais tarde, com os filhos, era motivo de felicidade e de gratidão ao Mestre, a quem pedia que nunca dispusesse de facilidades na Terra.

Depois disso, Ricardo endereçou a todos saudações carinhosas e retornou. Então, a reunião foi encerrada.

No dia seguinte, a senhora Laura foi levada pelo Ministro Clarêncio para a esfera carnal, para se submeter aos preparos, trabalhos e problemas da reencarnação.

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

LIVRO: "O HOMEM QUE MUDOU A HISTÓRIA"

















LIVRO: “O HOMEM QUE MUDOU A HISTÓRIA”.

LANÇAMENTO DO LIVRO DE GEZIEL ANDRADE
COM O OBJETIVO DE RESSALTAR, À LUZ DO ESPIRITISMO,
OS TESOUROS RELIGIOSOS, MORAIS E ESPIRITUAIS
QUE JESUS NOS LEGOU.

CLICK NO LINK ABAIXO PARA VER NO INFORMATIVO DA
EDITORA EME = editoraeme.com.br
A ENTREVISTA DE GEZIEL ANDRADE
SOBRE O LANÇAMENTO DO LIVRO:

CLIQUE AQUI NO LINK:
http://www.issuu.com/editoraeme/docs/leitor_eme_julho_2012_ed35

NOTA: Depois de baixar o documento, use o mouse para
AUMENTAR, SELECIONAR PÁGINA, MOVIMENTAR-SE, ETC.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

OS ESPÍRITAS NO BRASIL, SEGUNDO O IBGE: CENSO 2010

















OS ESPÍRITAS NO BRASIL, SEGUNDO O IBGE: CENSO 2010.

COMENTÁRIOS DO IBGE SOBRE OS ESPÍRITAS:

“A pesquisa indica também o aumento do total de espíritas...

Os espíritas apresentaram os mais elevados indicadores de educação e de rendimentos.

O estado com maior proporção de espíritas era o Rio de Janeiro (4,0%), seguido de São Paulo (3,3%), Minas Gerais (2,1%) e Espírito Santo (1,0%).

A proporção de católicos também foi maior entre as pessoas com mais de 40 anos, chegando a 75,2% no grupo com 80 anos ou mais. O mesmo se deu com os espíritas, cuja maior proporção estava no grupo entre 50 e 59 anos (3,1%).

Entre os espíritas, 68,7% eram brancos, percentual bem mais elevado que a participação deste grupo de cor ou raça no total da população (47,5%).

Os resultados do Censo 2010 indicam importante diferença dos espíritas para os demais grupos religiosos no que se refere ao nível de instrução. Este grupo religioso possui a maior proporção de pessoas com nível superior completo (31,5%) e as menores percentagens de indivíduos sem instrução (1,8%) e com ensino fundamental incompleto (15,0%).

No outro extremo, o das classes de rendimento acima de 5 salários mínimos, destaca-se o percentual observado para as pessoas que se declararam espíritas (19,7%).”

VEJA AGORA OS DADOS DO IBGE SOBRE AS CARACTERÍSTICAS DOS ESPÍRITAS.
1 – ESPÍRITAS ENTRE OS GRUPOS RELIGIOSOS
TOTAL DA POPULAÇÃO RESIDENTE = 190.755.799 = 100%
Católica Apostólica Romana 123.280.172 = 65%
Evangélica Pentecostal 25.370.484 = 13%
Sem Religião 15.335.510 = 8%
Evangélica não determinada 9.218.129 = 5%
Evangélica de Missão 7.686.827 = 4%
Outras religiosidades 5.185.065 = 3%
Espírita 3.848.876 = 2%

2 - NÚMERO DE ESPÍRITAS E DAS PRINCIPAIS IGREJAS:
TOTAL DA POPULAÇÃO RESIDENTE = 190.755.799 = 100%
Católica Apostólica Romana 123.280.172 = 64,63%
Sem religião = 14.595.979 = 7,65%
Igreja Assembleia de Deus 12.314.410 = 6,46%
Espírita 3.848.876 = 2,02%
Igreja Evangélica Batista 3.723.853 = 1,95%
Igreja Congregação Cristã do Brasil 2.289.634 = 1,20%
Igreja Universal do Reino de Deus 1.873.243 = 0,98%
Igreja Evangelho Quadrangular 1.808.389 = 0,95%
Igreja Evangélica Adventista 1.561.071 = 0,82%
Testemunhas de Jeová 1.393.208 = 0,73%
Igreja Evangélica Luterana 999.498 = 0,52%
Igreja Evangélica Presbiteriana 921.209 = 0,48%
Igreja Deus é Amor 845.383 = 0,44%
Ateu 615.096 = 0,32%
Católica Apostólica Brasileira 560.781 = 0,29%
Umbanda 407.331 = 0,21%
Igreja Maranata 356.021 = 0,19%
Igreja Evangélica Metodista 340.938 = 0,18%
Budismo 243.966 = 0,13%
Igreja de Jesus Cristo dos Santos
Dos Últimos Dias 226.509 = 0,12%
Igreja o Brasil para Cristo 196.665 = 0,10%
Comunidade Evangélica 180.130 = 0,09%
Candomblé 167.373 = 0,09%
Católica Ortodoxa 131.571 = 0,07%
Igreja Casa da Bênção 125.550 = 0,07%
Agnóstico 124.436 = 0,07%
Igreja Evangélica Congregacional 109.591 = 0,06%
Judaísmo 107.329 = 0,06%
Igreja Messiânica Mundial 103.716 = 0,05%
Igreja Nova Vida 90.568 = 0,05%
Tradições Esotéricas 74.013 = 0,04%
Tradições Indígenas 63.082 = 0,03%
Espiritualista 61.739 = 0,03%
Islamismo 35.167 = 0,02%

3 - TOTAL DE ESPÍRITAS POR SEXO = 3.848.876 = 100%
Homens 1.581.701 = 41%
Mulheres 2.267.176 = 59%

4 - ESPÍRITAS EM RESIDÊNCIA URBANA 3.776.857 = 0,98%
5 - ESPÍRITAS EM RESIDÊNCIA RURAL 72.020 = 0,02%

6 - ESPÍRITAS POR IDADE
Total 3 848 876 = 100%
0 a 4 anos 159 832 = 4%
5 a 9 anos 183 114 = 5%
10 a 14 anos 209 333 = 5%
15 a 19 anos 224 604 = 6%
15 a 17 anos 132 102 = 3%
18 e 19 anos 92 502 = 2%
20 a 24 anos 273 017 = 7%
25 a 29 anos 339 918 = 9%
30 a 39 anos 692 020 = 18%
40 a 49 anos 678 368 = 18%
50 a 59 anos 566 745 = 15%
60 a 69 anos 309 074 = 8%
70 a 79 anos 148 364 = 4%
80 anos ou mais 64 486 = 2%

7 - ESPÍRITAS POR COR OU RAÇA
TOTAL DE ESPÍRITAS 3.848.876 = 100%
Branca 2.645.559 = 69%
Parda 901.485 = 23%
Preta 254.432 = 7%
Amarela 40.546 = 1%
Indígena 6.843 = 0,2%
Sem declaração 12 = 0,%

8 - ESPÍRITAS ALFABETIZADOS
TOTAL DE ESPÍRITAS 3.848.876 = 100%
Com menos de 4 anos de idade 159.831 = 4%
Espíritas Alfabetizados 3.610.584 = 94%
Espíritas Não alfabetizados 78.461 = 2%

9 - ESPÍRITAS COM FREQUÊNCIA ESCOLAR
TOTAL DE ESPÍRITAS 3.848.876 = 100%
Frequentando escola 1.046.953 = 27%
Que já freqüentaram escola 2.660.484 = 69%
Que nunca freqüentaram escola 141.439 = 4%

10 - ESPÍRITAS POR NIVEL DE INSTRUÇÃO
ESPÍRITAS COM MAIS DE 24 ANOS DE IDADE 2.798.976 = 100%
Sem instrução e fundamental incompleto 493.408 = 18%
Fundamental completo e médio incompleto 338.119 = 12%
Médio completo e superior incompleto 968.295 = 35%
Superior completo 990.012 = 35%
Não determinada 9.143 = 0,3%

11 - ESPÍRITAS POR ATIVIDADE ECONÔMICA
ESPÍRITAS COM MAIS DE 9 ANOS DE IDADE 3.505.930 = 100%
Economicamente ativos 2.264.367 = 65%
Não economicamente ativos 1.241.563 = 35%

12 - ESPÍRITAS POR TIPO DE EMPREGO/TRABALHO
ESPÍRITAS COM EMPREGO/TRABALHO 2.123.782 = 100%
Empregados com carteira assinada 1.004.417 = 47%
Por conta própria 477.810 = 22%
Sem carteira assinada 273.594 = 13%
Militares e funcionários públicos 243.310 = 11%
Empregadores 88.638 = 4%
Não remunerados 25.849 = 1%
Produção para consumo próprio 10.164 = 0,5%

13 - ESPÍRITAS POR RENDIMENTOS
ESPÍRITAS COM RENDIMENTOS 2.123.782 = 100%
Até meio salário mínimo 46.346 = 2%
Mais de meio a 1 salário mínimo 249.913 = 12%
Mais de 1 a 2 s. m. 556.255 = 26%
Mais de 2 a 3 s. m. 301.276 = 14%
Mais de 3 a 5 s. m. 343.943 = 16%
Mais de 5 a 10 s. m. 364.637 = 17%
Mais de 10 a 15 s. m. 89.674 = 4%
Mais de 15 a 20 s. m. 68.504 = 3%
Mais de 20 a 30 s. m. 38.638 = 2%
Mais de 30 s. m. 21.798 = 1%
Sem remuneração 42.797 = 2%

Fonte: IBGE: Censo 2010.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

BOM SENSO E BOM HUMOR: ENTREVISTA E PALESTRA DE GEZIEL ANDRADE



CLIQUE AQUI. LINK PARA VER O VÍDEO NO YOUTUBE.

ENDEREÇO NO YOUTUBE DA ENTREVISTA E PALESTRA
DE GEZIEL ANDRADE:

http://www.youtube.com/watch?v=aZ92H1GMjqA&feature=player_embedded

TEMA: BOM SENSO E BOM HUMOR:
QUALIDADES IMPORTANTES DO ESPÍRITA.

LOCAL: SOCIEDADE DE ESTUDOS ESPÍRITAS 3 DE OUTUBRO.
Rua Clélia, 669 – Lapa – São Paulo –SP.
Site: www.3deoutubro.org.br

TRANSMISSÃO PELA : www.tv3.org.br

DATA DOS EVENTOS: 29 DE ABRIL DE 2012

terça-feira, 22 de maio de 2012

CASOS DE REENCARNAÇÃO






VEJA UM CASO ATUAL DE REENCARNAÇÃO

CASO ATUAL DE REENCARNAÇÃO


























CASOS DE REENCARNAÇÃO

Geziel Andrade

A Editora Vida & Consciência Ltda. (www.vidaeconsciencia.com.br) fez o lançamento muito oportuno, em agosto de 2010, em língua portuguesa, da importantíssima obra “Vinte Casos de Reencarnação”, (Título original da segunda edição: Twenty Cases Suggestive of Reincarnation) de autoria do Dr. Ian Stevenson (31/maio/1918 a 08/fev/2007), notável cientista vinculado ao Departamento de Psiquiatria da Universidade de Virgínia – USA.


O trabalho desenvolvido pelo Dr. Stevenson é inédito e lança novas luzes e evidencias sólidas sobre um dos temas mais importantes, antigos e polêmicos para os homens, por envolver a sobrevivência da alma à morte do corpo material e a sua posterior reencarnação em uma nova família, geralmente em condições bem diferentes das desfrutadas na vida anterior.


O mais interessante é que o Dr. Stevenson catalogou cerca de dois mil casos de reencarnação, em diversas partes do mundo, principalmente envolvendo crianças que afirmavam se lembrar de uma vida passada.


Por serem crianças, geralmente com até cinco anos de idade, as ideias de reencarnação da alma nem passavam pela sua mente, nem na de seus familiares que raramente acreditavam na volta da alma à vida material.


Além disso, as crianças também se comportavam de modo atípico em suas famílias, coincidindo com os comportamentos e as habilidades mantidos pelas pessoas falecidas, às quais as crianças alegavam ter sido.


As pesquisas abrangentes sobre os detalhes das vidas das personalidades falecidas atestaram o que as crianças afirmaram ter sido.


Outro fato importante constatado nos casos estudados foi que algumas crianças traziam para a nova encarnação marcas de nascença ou deformidades de nascimento que correspondiam a acontecimentos marcantes ocorridos na vida das pessoas falecidas.


De um modo geral, os casos de reencarnação começavam com a criança falando a seus pais e irmãos a respeito de sua vida passada. Frequentemente a criança pedia a seus pais para que a deixassem voltar à família ou comunidade onde tinha vivido no passado.


Os pais, geralmente, impunham alguma relutância para atender o pedido da criança; mas, com a insistência das recordações, começavam a fazer investigações buscando a veracidade das alegações.


Com isso, ocorria o contato e encontro dos membros das duas famílias para o reconhecimento dos lugares, objetos e pessoas da existência anterior.


Então, a notícia se espalhava e havia o envolvimento de diversas pessoas das comunidades, com os relatos chegando aos jornais.


Apesar da grande quantidade de casos catalogados e pesquisados, o Dr. Ian Stevenson reuniu em seu primoroso e notável livro vinte casos de crianças que se lembravam de sua vida anterior, considerando-os uma amostra bem representativa de todos os casos estudados.


Outro ponto importante do trabalho do Dr. Stevenson foi a sua abrangência mundial. Ele reuniu casos ocorridos nas diferentes partes do mundo, independentemente de haver ou não a crença na reencarnação por grande parte da população.


Todavia, os casos mais representativos, que foram publicados no livro e acompanhados por muitos anos, foram: 7 casos na Índia; 3 casos no Ceilão, hoje Sri Lanka; 2 casos no Brasil; 7 casos no sudeste do Alasca; e 1 caso no Líbano.


Desses 20 casos de reencarnação, destacamos os seguintes pontos, (evidentemente de modo muito pálido em relação à ampla e profunda discussão realizada pelo Dr. Stevenson), que evidenciaram a imortalidade da alma e a sua reencarnação.


Esses casos, de forma bem evidente, estão fortemente relacionados e condizentes com os princípios do Espiritismo:



CASO 1: A criança, com quatro anos e meio, começou a dizer a seus pais que era outra pessoa e que queria ir para a sua antiga casa em outra cidade, que ficava a dez quilômetros de distância. Suas lembranças eram nítidas e se lembrava de seu outro nome e dos nomes de seus parentes e amigos. Falava das lojas de seu ex-pai, do cofre de ferro e dos membros da sua família anterior. Seus pais atuais adotaram medidas, inclusive violentas, para que se esquecesse das lembranças. Quando a criança tinha dez anos de idade, o pai da pessoa falecida estava na sua cidade natal. Então, foi reconhecido como seu ex-pai. Isso aproximou as duas famílias. Em seguida, os ex-familiares e vizinhos da criança foram reconhecidos, dizendo os nomes corretos deles, sob fortes emoções. Descobriu-se que a criança tinha uma forte identificação com a personalidade anterior. Reconheceu a antiga casa e seus objetos e foi totalmente aceito pela outra família como um membro que já havia falecido. Aos vinte anos de idade, a criança foi reavaliada pelo Dr. Stevenson. Este constatou que ela era inteligente, sadia, se lembrava ainda de sua vida anterior e mantinha contato com os ex-familiares.



CASO 2: Aos três anos e meio de idade, a criança quase morreu de varíola, mas recuperou-se com uma clara transformação no comportamento. Dizia ser outra pessoa, de outra cidade, de outra casta superior. Tinha esposa e filhos e queria volta para a sua casa. Passou a dar detalhes de sua outra vida, da cidade que ficava a 34 quilômetros de distância e da sua morte. Os pais tentaram esconder as estranhas afirmações, mas as notícias vazaram. Aos seis anos de idade, a criança reconheceu uma ex-tia. Então, houve a aproximação das duas famílias. A criança reconheceu os ex-familiares, seus antigos vizinhos e amigos e seus pertences. Ela passou a ser considerada como um membro da outra família. Aos 21 anos de idade, numa reavaliação do caso de reencarnação, o rapaz se lembrava ainda completamente de sua vida passada, a ponto de identificar a pessoa que tinha causado a sua morte para se livrar de uma dívida. O devedor e assassino quitou a dívida quando se convenceu da reencarnação do credor. O rapaz manteve muitos hábitos de sua vida anterior. Mas era um jovem sorridente e confiante no seu futuro.



CASO 3: A filha, aos quatro anos e meio de idade, revelou a seus pais informações a respeito de si mesma, de seu marido e de outras pessoas de uma vida anterior, numa cidade a 18 quilômetros de distância. Como desejava com insistência ir para essa cidade, aos cinco anos de idade foi levada para a comunidade, onde localizou a casa de seu ex-sogro e reconheceu e deu nomes corretos a pessoas e objetos, principalmente uma máquina de costura na qual havia trabalhado muito nela. Então, estabeleceu-se o relacionamento entre as duas famílias e houve o reencontro com seu ex-marido e sua ex-filha, sob fortes emoções e apego. Havia notória honestidade e integridade das pessoas envolvidas no caso. Até os sete anos de idade, as lembranças da vida anterior continuaram fortes, mas, depois disso, foram diminuindo, principalmente pelas objeções feitas pela segunda esposa de seu ex-marido, por seus pais desencorajarem-na a falar sobre a sua vida anterior, por sua ex-filha ter se casado e por se sentir diferente de seus irmãos e colegas de classe que não se lembravam de suas vidas anteriores. Aos 16 anos de idade, a jovem não se lembrava mais nada a respeito de sua vida anterior.



CASO 4: Desde os três anos e meio de idade, a criança citava lembranças e dava detalhes de uma vida anterior. Ela mostrava, ao mesmo tempo, danças incomuns e canções em idioma não identificado que não tivera oportunidade de aprender. Ela tinha grande habilidade em dançar e cantar e as conservou com o passar do tempo. A criança dizia que havia aprendido as canções e as danças em uma vida anterior. Aos onze anos de idade, foi localizada a família, a 1.700 quilômetros de distância, à qual a criança dizia ter pertencido na vida anterior, graças às afirmações e informações que ela forneceu. Então houve o encontro das duas famílias com reconhecimentos com facilidade e rapidez do ex-marido, dos ex-filhos e ex-familiares, além de outras pessoas e de locais que haviam sofrido diversas mudanças depois do seu falecimento. Por todos a criança demonstrava grande afeição e fortes emoções. A criança afirmava ainda que depois do seu falecimento, já tinha tido uma outra vida, mas que morreu criança e renasceu novamente. A criança foi reconhecida como ex-pessoa da família que havia renascida. Mas, a família não tinha uma opinião formada sobre reencarnação antes desse caso. As lembranças a respeito da vida passada da criança persistiram com o passar do tempo, possivelmente pela tolerância e aceitação das duas famílias. Com 23 anos de idade, a criança havia se tornado uma jovem formada em botânica, com mestrado concluído, e buscando o doutorado. Ela se lembrava perfeitamente de sua vida anterior, pois não havia esquecido nenhum detalhe, inclusive das danças e músicas. Estava bem adaptada à sua vida atual, mas visitava anualmente seus ex-familiares da vida passada.



CASO 5: Um menino com pouco mais de dois anos de idade se dizia filho de outro homem e dava detalhes de seu assassinato, do nome dos assassinos, do local do crime, da cidade e da sua morte em vida passada. Além disso, pedia a seu pai diversos brinquedos que estavam em sua outra casa. O pai do menino assassinado, quando soube que o seu filho tinha renascido em outra família, foi procurá-lo. O menino reconheceu-o como sendo o seu pai da vida anterior e também lhe contou em detalhes os acontecimentos de sua vida. Esses detalhes do assassinato coincidiam plenamente, embora o menino tivesse apenas quatro anos de idade. O pai atual do menino batia nele com severidade, impedindo-o de falar sobre a sua vida anterior, com medo de perdê-lo, pois mostrava forte vontade de voltar para a sua outra casa. Além disso, o pai tinha medo que os assassinos viessem promover represálias. O menino tinha no pescoço uma marca linear de nascença que lembrava a cicatriz ocasionada por uma faca comprida. O menino confirmava que a marca no pescoço tinha sido causada por ferimentos do seu assassinato e falava bastante, de modo espontâneo, sobre a sua vida anterior desde quando tinha menos de três anos de idade. Aos onze anos de idade, o menino já havia esquecido grande parte dos acontecimentos da sua vida anterior. Aos dezoito anos de idade, cursando faculdade, havia esquecido completamente as lembranças de sua existência anterior e perdido o medo de facas e lâminas que tivera quando era criança.



CASO 6: Uma menina com menos de quatro anos de idade quando foi pela primeira vez no apartamento dos vizinhos disse que havia feito as almofadas bordadas que estavam sobre algumas cadeiras. Na verdade, as almofadas tinham sido feitas pela irmã falecida da dona do apartamento. Quando ela disse à criança que quem fez as almofadas já havia morrido há mais de dez anos, a menina respondeu: “Era eu”. E passou a chamar a dona do apartamento de sua irmã, mas foi impedida porque a proprietária não queria recordar a morte da sua irmã, por lhe ser ainda um assunto doloroso. Depois disso, ficaram muito unidas, pois a senhora percebeu diversas semelhanças e alguns comportamentos iguais aos da sua irmã falecida. Certo dia, visitando a casa do irmão da senhora, a criança aproximou-se de duas fotografias grandes e disse: “Aqui é meu pai e minha mãe; e este é meu irmão”. Também se lembrou de uma vaca e do cachorrinho que mamava nela como se fosse um bezerro. Pela veracidade dos fatos, houve maior aproximação da criança com a outra família, em meio a grande atenção e afeição. As afirmações da criança eram feitas de modo espontâneo, em função de algum objeto, pessoa ou comentário que era feito em sua presença. Os pais da menina compreenderam a reencarnação e não tiveram ciúmes do seu forte apego aos membros da outra família.



CASO 7: Um menino aos dois anos e meio de idade começou a dizer aos seus pais que tinha uma esposa em outra cidade. Entre três e quatro anos de idade, passou a dizer que tinha também uma loja de refresco e biscoitos na outra cidade e passou a pedir para ser levado lá. Dizia ainda que havia morrido após comer alimento estragado. Quando o seu pai e um primo levaram a criança com quase cinco anos de idade para a outra cidade, ela reconheceu diversos membros da sua outra família e diversos pontos da cidade. A criança demonstrava grandes emoções, incluindo lágrimas e afetos. A criança assumiu comportamentos de marido e de pai perante a sua ex-esposa e os seus ex-filhos. Dizia: “Apenas fiquei pequeno”. Assim, houve uma grande aproximação entre as duas famílias que tinham destaque e responsabilidades em suas comunidades. Apesar de se lembrar de sua vida passada e de se identificar com ela, a criança teve um desenvolvimento normal. Aos vinte e sete anos de idade, o jovem tinha perdido boa parte das memórias da vida passada, mas ainda tinha amizade e se encontrava com frequência com os membros da sua outra família. Lembrava-se com clareza de seus ex-filhos e da fábrica que possuiu na vida anterior. Afirmou que as suas experiências atuais com os negócios vinham de sua vida passada e que as lembranças que tinha de quem fora na vida anterior lhe davam equilíbrio e o ajudavam muito em seus relacionamentos pessoais.



CASO 8: A criança quando tinha dois anos de idade começou a fazer referências claras sobre outra mãe, outro pai, dois irmãos e muitas irmãs que tinha em outra cidade e em vida anterior. Queria visitar os pais anteriores, dando detalhes a respeito da localização da casa e os nomes dos membros da família. Com isso, foi possível localizar, a vinte e seis quilômetros de distância, a família que correspondia exatamente às afirmações feitas pela menina. Ela foi levada para a outra cidade e reconheceu corretamente diversas construções. Mais tarde, identificou corretamente seus antigos pais e diversos membros da sua antiga família. Além disso, identificou duas outras pessoas da comunidade, demonstrando afeto por elas. Embora tivesse havido mudança de sexo com a reencarnação, os pais atuais e anteriores da criança acreditaram que havia ocorrido o renascimento do filho falecido. De acordo com depoimentos dos pais atuais, a filha demonstrava certa tendência à masculinidade. A criança dizia a seus pais: “Eu era um menino. Agora sou uma menina”. Além disso, dizia que era mais feliz como menina. Aos dez anos de idade, a menina ainda se lembrava da sua vida anterior e continuava visitando a sua ex-família e recebendo visita de seus ex-familiares. Ela havia perdido os traços de masculinidade e estava se desenvolvendo normalmente. Aos quinze anos de idade, as suas lembranças da vida anterior estavam desaparecendo, embora ainda preservasse algumas delas.



CASO 9: Um menino nasceu com uma notável deformidade no lado direito de seu peito e no braço. O pai notou também certas semelhanças com um seu irmão que já havia falecido. Entre dois anos e dois anos e meio de idade, a mãe escutou o menino dizendo que o seu braço era deformado porque ele havia assassinado a esposa na vida anterior. Dava muitos detalhes relacionados com o crime. O pai confirmou a exatidão dos detalhes, porque seu irmão tinha sido executado pelo assassinato da sua esposa. O pai nunca havia falado antes do crime à esposa. Então, o pai tentou fazer a criança parar de falar sobre a sua vida anterior, porque o crime foi vergonhoso e tinha ocorrido 25 anos antes do filho nascer. Mas o menino continuou a falar, principalmente quando lhe perguntavam sobre a deformidade em seu braço. Aos quatorze anos de idade, o rapaz não se preocupava com a deformidade e dizia que era uma punição pelo crime que havia cometido. Dizia também que as suas lembranças da vida anterior estavam se tornando um pouco menos claras, mas se lembrava ainda principalmente dos acontecimentos do último ano de sua vida anterior. Ele sabia detalhes da execução, os quais o seu pai não conhecia. Ainda falava que o seu pai era o seu irmão mais velho. Na juventude, quando o rapaz se envolvia sentimental e emocionalmente com alguma moça, passava a ter desequilíbrios psicológicos que exigiam tratamento. No resto tinha um desenvolvimento normal.



CASO 10: O pai de um menino notou nele, com menos de dois anos de idade, traços de comportamentos característicos dos britânicos, embora fosse de família pura cingalesa. Isso o tornava diferente e esquisito na família. O pai não gostava dos ingleses. O menino aprendeu inglês mais cedo e melhor do que os outros irmãos. Entre três anos e meio e quatro anos de idade, o pai escutou o menino dizendo a sua mãe, irmãos e irmãs: “Vocês não são minha mãe, irmãos e irmãs. Minha mãe, meu pai e os outros estão na Inglaterra”. Interrogado a respeito pelo pai, deu os nomes de dois irmãos e de uma irmã. Depois, deu inúmeros detalhes sobre a sua família anterior. O pai aconselhou os outros filhos a não tocarem mais no assunto e tentarem fazer o irmão esquecer as lembranças da vida passada. Aos dezoito anos de idade, o rapaz conseguiu que o pai o enviasse para a Inglaterra. Dizia aos amigos que acreditava ter vivido lá. Daquele país, dizia estar se sentindo à vontade entre os ingleses. Sentia facilidade, adaptação e prazer em estar em Londres. Embora isso, não conseguiu identificar a cidade e a casa de sua vida anterior. Com o passar dos anos, o rapaz não perdeu o seu interesse pela Inglaterra e os ingleses. Dizia que os dois anos que passou naquele país tinham sido os mais felizes de sua vida. Perguntado por que havia renascido numa família budista, especulou que tinha sido um piloto inglês de avião e tinha morrido em um desastre aéreo perto da atual cidade natal. Tinha gosto por veículos e amor por voar. Queria ser piloto, mas os custos eram altos. Desde criança gostava de aviões e de voar.



CASO 11: A menina começou a falar sobre a sua vida passada com dois anos e meio de idade. Passou a dar detalhes de sua vida anterior aos familiares, inclusive falando a respeito de seu nome e dos seus antigos pais. Quando falavam perto dela a respeito da morte de alguma pessoa, a menina dizia: “Não diga isso. Eu também morri e, veja, estou viva de novo”. “Ela não está no cemitério. Está em local muito mais seguro e melhor do que este onde estamos”. Ela mostrava forte identidade com os gostos da pessoa que dizia ter sido. Isto foi comprovado pelos pais e pelas testemunhas que surgiram no estudo do caso. Após os sete anos de idade, ela deixou de falar muito sobre a sua vida passada. Cresceu, casou-se e teve filhos. Apesar disso, manteve algumas lembranças de sua vida anterior, principalmente das próximas de sua morte. Com cinquenta e quatro anos de idade, disse que tinha esquecido grande parte da sua vida anterior, mas que ainda se lembrava de muitas coisas.



CASO 12: Até os cinco anos de vida, o menino se recusava a vestir roupas de menino. Vestia roupas de menina ou ficava nu. Dizia que foi a filha de seus pais que havia cometido suicídio e gostava de brincar com meninas e com bonecas. Além disso, tinha facilidade para a costura. Reconheceu a máquina de costura de sua irmã falecida e disse: “Esta máquina era minha e eu já costurei muito com ela”. O atual menino considerava a sua vida como a continuidade da vida que tinha tido como a sua irmã falecida. Aos poucos, a orientação sexual da criança mudou para o lado masculino, mas sempre conservou elementos de feminilidade.



CASO 13: Quando o menino tinha dois anos de idade, começou a falar aos seus pais que tinha sido o irmão de sua mãe, que vivia em outra cidade que ficava a 170 quilômetros de distância. Pedia para ser levado à outra cidade para ficar com a sua avó materna. Falava de sua vida anterior a todos os seus familiares, dando detalhes e revelando os hábitos da família. Depois dos cinco anos de idade, as referências à vida anterior começaram a diminuir. Aos nove anos de idade, não se lembrava mais nada da sua vida anterior.



CASO 14: Um menino nasceu com marcas de nascença semelhantes às de seu avô paterno. Então, recebeu o mesmo nome, porque os pais acreditaram que a alma do falecido tinha retornado à vida terrena. Antes de morrer, o homem havia afirmado que voltarei à família, se houvesse a reencarnação. Diversos comportamentos, posturas, semelhanças faciais e anormalidade na perna do filho, como os de seu avô, deram aos pais a certeza de que a promessa havia sido cumprida. Como os pais acreditavam nos prejuízos de se lembrar de uma vida anterior, desencorajaram o menino de falar sobre ela. Entre quatro e cinco anos de idade, a mãe do menino pegou um relógio de ouro que fora de seu sogro e que estava em sua caixa de jóias. Entrando no quarto e vendo o relógio, a criança o pegou e disse: “Este é o meu relógio”, sem querer largá-lo. Depois disso, sempre pedia o seu relógio para os seus pais. Embora tivesse se lembrado da sua vida passada, a criança teve um desenvolvimento normal.



CASO 15: Um menino costumava dizer que tinha sido morto por uma lança em uma briga entre índios. Dizia o nome de quem o matou, o local onde tinha sido morto e o seu nome na vida anterior. Ele tinha sido o tio de sua mãe. Ele mostrava do seu lado direito uma marca de nascença que lembrava ter sido ocasionada por uma lança. Parecia uma velha cicatriz que uma lança poderia fazer. A criança falava muito de sua vida anterior e morte, apesar de sua mãe tentar impedi-lo de fazer isso. Quando tinha mais ou menos oito anos de idade, o rapaz parou de falar da sua vida anterior. Aos sessenta e cinco anos de idade, suas lembranças da vida passada eram muito vagas. Havia se tornado cristão e não julgava o cristianismo e a reencarnação incompatíveis.



CASO 16: Com cerca de quatro anos de idade, um menino lembrou-se de repente que teve um fumeiro e que ficou cego. Os pais perceberam que os acontecimentos correspondiam à vida de seu avô. O pai do menino viu nisso evidência de que o seu pai (e avô do menino) tinha renascido como seu filho. Depois disso, o menino não teve mais lembranças de sua vida passada. Com vinte e sete anos de idade tinha perdido completamente as recordações da existência anterior.



CASO 17: Um menino nasceu com duas marcas de nascença nas costas, do lado esquerdo. As marcas congênitas pareciam exatamente com a cicatriz de um ferimento de bala, em sua entrada. Embora o menino tentasse falar das coisas que tinham acontecido antes de seu nascimento, os pais julgavam que era um azar lembrar-se de uma vida passada. Assim, incentivavam o filho a não se lembrar, nem falar de suas lembranças, nem buscar a identificação numa vida anterior. Aos setenta e três anos de idade, o idoso disse que, de vez em quando, ainda pensava nas lembranças que tinha de sua vida anterior.



CASO 18: Um menino nasceu com uma marca no abdome. Logo a marca foi relacionada, por algumas senhoras idosas, ao ferimento mortal sofrido por um famoso nativo da comunidade. Era igual à do tio-bisavô do menino. O próprio menino não se lembrava de sua vida e morte passada, mas tinha fobia por punhais e lanças, conservando-a mesmo na fase adulta da vida.



CASO 19: Cerca de um ano antes de sua morte, um tio disse à sua sobrinha que voltaria como seu próximo filho, não gaguejaria tanto e traria as cicatrizes que tinha no corpo. Pela cicatriz que tinha em seu nariz, a sua reencarnação seria reconhecida. Quando nasceu o filho da sobrinha, (cerca de dezoito meses depois da morte do tio), a criança tinha marcas no corpo exatamente iguais às mostradas e apontadas pelo tio na sua previsão de renascimento. Depois que começou a falar, o menino disse ser o tio da sua mãe e reconheceu diversos familiares e amigos com afeto e emoção. Além disso, se lembrou de dois episódios muito marcantes na vida do tio da mãe, e revelou muitos hábitos e gostos iguais ao dele. Aos nove anos de idade, o menino começou a fazer menos declarações a respeito da sua vida anterior. Aos quinze anos de idade, não se lembrava mais nada da sua existência anterior. Mas, aos vinte e cinco anos de idade, numa reavaliação do caso, disse que não se lembrava de quase nada, porque não tinham persistido as lembranças da sua vida anterior.



CASO 20: Um menino, quando tinha entre um ano e meio e dois anos de idade, passou a fazer referências a uma vida passada. Mencionava nomes de pessoas, acontecimentos daquela vida e dava informações sobre a sua propriedade. Falava onde tinha morado, da família que tinha sido membro e pedia para ser levado lá. O pai repreendia o filho por contar histórias sobre a sua vida anterior. Um dia, o menino reconheceu uma pessoa da cidade onde havia vivido, na presença de sua avó paterna. Além disso, deu muitos detalhes sobre as pessoas que havia conhecido e dos acontecimentos ocorridos em sua outra cidade. Levado à localidade, as buscas permitiram a identificação da pessoa que o menino dizia ter sido na vida anterior, bem como de sua amante, cujo nome ele citava com frequencia. Além disso, ficaram esclarecidos muitos pontos de suas lembranças. Ainda, o menino fez treze reconhecimentos e deu mais detalhes sobre si mesmo e seus pertences. Aos nove anos de idade, o menino ainda falava sobre a sua vida anterior, principalmente de sua amante. A família atual do menino tentava fazê-lo esquecer da sua vida anterior, não conversando mais com ele sobre isso. Mas, com treze anos de idade, ainda falava sobre o assunto, preservava muitas das suas lembranças, tinha apego pela família anterior. Embora isso, apresentava um desenvolvimento normal para um jovem da sua idade.



CONSIDERAÇÕES DO AUTOR DESTE ARTIGO


O trabalho inédito, minucioso, consciencioso e criterioso desenvolvido pelo Dr. Ian Stevenson causa admiração e respeito. Com isso, ele conquistou renome internacional.


Os casos de reencarnação estudados em detalhes são complexos e mostram a continuidade da vida da personalidade, cujo corpo material morreu numa vida anterior.


Os casos foram acompanhados pelo pesquisador durante muitos anos e em vários países, possibilitando a discussão abrangente de todas as possibilidades e aspectos importantes que estavam relacionados com as pesquisas e os estudos.


Além disso, o livro do Dr. Stevenson encanta o leitor pela discussão profunda e abrangente que fez durante a apresentação dos casos e dos resultados alcançados.


Com a mente aberta e argumentos convincentes, o cientista comparou minuciosamente a tese da sobrevivência da alma à morte do corpo material e a sua posterior reencarnação, com as hipóteses e polêmicas levantadas por alguns opositores: de fraude das crianças, dos pais e das pessoas envolvidas nos casos; de imposição dos pais de outra personalidade aos filhos; de problemas mentais nas crianças que diziam ter vivido anteriormente, principalmente em meio às suas brincadeiras e atividades normais; de conhecimento prévio, por parte das crianças, da vida das pessoas falecidas, através de fontes de informações que burlavam a vigilância dos pais; das possíveis fantasias que as crianças criaram sobre uma vida anterior; de possessão no corpo das crianças, por parte dos Espíritos que tinham vivido outra vida terrena, permitindo-os fazer reconhecimentos ricos em detalhes e cheios de pormenores, além da revelação de habilidades especiais persistentes; das memórias da vida anterior das crianças terem origem nas experiências vividas por seus ancestrais, dentro da teoria da memória genética; das possíveis relações extrassensoriais, clarividências e elementos paranormais que poderiam ter sido mantidos entre as crianças e as almas das personalidades que viveram no passado; etc.


Discussões e polêmicas à parte, o trabalho desenvolvido pelo Dr. Ian Stevenson é, sem qualquer dúvida, extraordinário. Realmente, merece a atenção de quem se interessa pelas evidências da imortalidade da alma e da sua reencarnação.